Coromandel (MG) revela segundo maior diamante do Brasil

A cidade de Coromandel, no Triângulo Mineiro, voltou a atrair os holofotes nacionais com a descoberta de um diamante bruto de impressionantes 646,78 quilates, avaliado em aproximadamente R$ 16 milhões.
A pedra foi extraída em maio de 2025, às margens do Rio Douradinho, em uma área com Permissão de Lavra Garimpeira (PLG) regularmente titulada e fiscalizada pela Agência Nacional de Mineração (ANM).

🏞️ Uma cidade marcada pela mineração

Coromandel, com cerca de 28 mil habitantes, é reconhecida como a “capital brasileira dos diamantes”.
A cidade já foi palco de outras descobertas históricas, como o diamante Getúlio Vargas, de 728 quilates, encontrado em 1938.
A região é rica em kimberlitos — formações geológicas que trazem os diamantes à superfície —, o que explica a frequência dessas descobertas.

💰 Avaliação e regulamentação

A ANM confirmou que a pedra foi registrada no Cadastro Nacional de Comércio de Diamantes (CNCD) e está sujeita às regras do Processo de Certificação de Kimberley (CPK), que visa impedir o uso de diamantes para o financiamento de conflitos ou atividades ilegais.
A comercialização da gema será realizada conforme os critérios legais estabelecidos.

🌟 Impacto cultural e econômico

A descoberta gerou entusiasmo entre moradores e autoridades locais.
O prefeito Fernando Breno destacou a importância histórica e econômica da mineração para a cidade, afirmando que “nossa terra é muito rica” e que a descoberta representa “um presente da natureza”.

Com essa nova descoberta, Coromandel reafirma seu papel de destaque no cenário nacional da mineração, consolidando-se como símbolo de riqueza e tradição no Brasil.

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